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O e-mail marketing morreu? Algumas estatísticas que respondem a esta questão

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O e-mail marketing morreu? Algumas estatísticas que respondem a esta questão

Com tantas outras maneiras de alcançar clientes, muitos marketeers e empresários começam por fazer uma pergunta pertinente: ainda vale a pena investir em e-mail marketing? Uma resposta muito direta e curta a esta questão: sim, o e-mail marketing está aqui para ficar.

Ao longo deste artigo elaboro um breve retrato da realidade do e-mail marketing nos dias de hoje, partilhando consigo algumas estatísticas deste ramo do marketing que mostram que, longe de estar morto, o marketing por e-mail é uma ferramenta essencial para atrair e reter clientes. À medida que for fazendo a sua leitura, espero que vá também recolhendo informações que o ajudem a refinar a sua própria estratégia.

Começo logo com uma estatística que me deixou de boca aberta: sabia que enviamos cerca de 74 triliões de e-mails por ano? E os números continuam a crescer, sendo que entre 2015 e 2016 se verificou mesmo um aumento de 28% de e-mails, de acordo com o Communicator Email Benchmark Report 2016.

Em 2017, os números foram ainda maiores, como mostra o último Relatório de Estatísticas de Email do Grupo Radicati. As pessoas enviaram e receberam cerca de  269 mil milhões de e-mails por dia em 2017 e estimava-se que até ao final do ano seriam 3,7 mil milhões de pessoas a enviar emails em todo o mundo. As previsões mantém-se optimistas, apontando que dentro de cinco anos haverá ainda mais e-mails a ser trocados, com um esperado 319.6 mil milhões de e-mails enviados.

Quem está a usar e-mail? Só nos EUA, mais de 90% dos adultos usam o e-mail. E não são apenas as pessoas mais velhas a usar esta ferramenta de correio eletrónico. Apesar do aumento de aplicações de mensagens sociais, como o WhatsApp, 74% dos adolescentes usam e-mail, conforme atestou um estudo de mercado levado a cabo pela Adestra. Independentemente da faixa etária que segmenta ou onde está o seu público localizado, o email continua a ser uma ótima maneira de alcançar o seu público.

Mas para os consumidores, o e-mail marketing morreu ou não?

De longe, o maior número de pessoas está a usar dispositivos móveis da Apple para consultar o seu correio electrónico, seja através de iPhone ou iPad, consultando directamente na aplicação deste sistema operativo. Logo de seguida, o segundo maior grupo admite usar o Gmail.

Agora que sabemos que o e-mail é de facto usado massivamente, torna-se importante fazer uma outra pergunta que também fiz a mim mesmo: quantos destes e-mails realmente são entregues? De acordo com os benchmarks de email do DMA Insight de 2016, a taxa média de entrega de emails foi de 98%.

   

Entretanto, os emails atingem a maioria das pessoas para as quais se destinam, o que significa que o e-mail marketing deve continuar a ser uma parte essencial da sua estratégia de marketing. Dê aos seus e-mails uma melhor hipótese de alcançar os seus clientes, seguindo algumas das dicas que lhe damos neste artigo.

Se gostava agora de saber como o marketing de e-mail se apresenta no ponto de vista do consumidor, estas próximas estatísticas de e-mail marketing fazem-lhe um pequeno retrato. De acordo com a Adestra, os consumidores preferem o email para se comunicarem com as marcas com as quais estão ligados.

O e-mail também é a ferramenta de comunicação dominante entre profissionais. Cerca de 95% dos profissionais usam e-mail, o que faz desta forma de comunicação um meio ideal para o contexto B2B.

Entretanto, o DMA Insight diz ainda que os consumidores também admitem receber muitos e-mails irrelevantes por parte das marcas. E tendo em conta que 17,3% dos e-mails enviados são classificados como spam, de acordo com um estudo do Grupo Radicati, é fácil ver como os consumidores podem ser facilmente “incomodados” por receberem e-mails que não geram qualquer valor ou utilidade nas suas vidas.

Também é mais fácil do que nunca para os consumidores lutar com as mudanças nas aplicações de e-mail, tornando mais fácil para eles bloquear emails que não querem mesmo receber. A melhor maneira de lutar contra esta tendência passa por investir em personalização. A Communicator Corp diz que a personalização reduz o cancelamento de e-mail, aumenta o número de cliques e resultados numa taxa de acesso mais alta. Os e-mails automatizados que incluem personalização têm uma taxa de abertura de 75% superior àqueles que não são personalizados.


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