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Como definir o orçamento para começar o seu negócio?

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Como definir o orçamento para começar o seu negócio?

Todos os negócios começam de uma forma muito simples: com uma ideia. No entanto, antes de conseguirmos dar forma a tudo aquilo que temos dentro da cabeça, temos primeiro de puxar um bocadinho mais pela mente… e fazer contas! Sim, é isso mesmo. Um dos passos essenciais a dar nesta fase inicial passa por estipular o orçamento necessário para construir o seu negócio.

Muitos bons empreendedores desistem do seu negócio nesta fase inicial, desesperando-se entre folhas de papel quadriculado e cálculos mirabolantes. Antes sequer de perceberem se o seu negócio é viável, ou quais os custos a suportar para dar forma ao projeto, guardam tudo numa gaveta e relegam um potencial projeto ao esquecimento.

Todavia, há uma forma de evitar que isto aconteça. Hoje, dispondo de uma grande quantidade de recursos online, é tudo muito mais simples. Dessa forma, baseando-me em algumas pesquisas que fiz, partilho hoje consigo alguns passos que me ajudaram a delinear o meu orçamento e que podem também ajudá-lo a si a encontrar o seu caminho.

Como definir o orçamento para começar o seu negócio?

1 – Registe todas as suas fontes de rendimento

Os primeiros valores a ter em consideração são as fontes de rendimento. Atendendo a cada negócio, estou certo de que cada um saberá de que fontes beneficiará. No entanto, caso não esteja totalmente seguro, recomendo que faça uma pesquisa online. Eis alguns tipos de fontes de rendimento:

  • Ganhos horários
  • Vendas de produtos
  • Renda de Investimento
  • Empréstimos
  • Poupanças
  • Outros

Comece primeiro com os seus números de vendas e, de seguida, avance adicionando as restantes fontes de rendimento. Aponte tudo, cuidadosamente, num papel ou ficheiro Excel.

2 – Determine os custos fixos

Os custos fixos são as despesas cobradas pelo mesmo valor todos os meses. Como pode imaginar, incorporar estes valores acaba por ser a parte mais fácil de fazer o seu orçamento. Tenha muito cuidado nesta etapa: ver os seus extratos bancários é um bom ponto de partida. Eis uma lista dos custos fixos mais comuns:

   
  • Aluguer / Hipoteca
  • Utilitários
  • Salários
  • Internet
  • Impostos do Estado e Bancários
  • Telemóvel
  • Hospedagem de sites
  • Serviços de contabilidade
  • Serviços Jurídicos
  • Seguro

3 – Inclua as despesas variáveis

O que não possui um preço fixo mensal é chamado de custo variável. Usando o seu lucro mensal, muitas destas compras podem ser ampliadas ou reduzidas se tomadas as devidas precauções. Lembre-se sempre que o seu lucro a cada mês será determinado pelos ganhos que  sobraram depois de pagar todos os seus custos.

Eis alguns custos variáveis muito comuns no mercado de hoje:

  • Matérias-primas
  • Salários contratados
  • Comissões
  • Publicidade
  • Outros custos de marketing
  • Transporte
  • Viagens e eventos
  • Serviços de impressão

4 – Preveja despesas únicas

E depois, existem certas compras que fazemos uma vez mas que não temos de repetir… pelo menos durante alguns anos.

  • Computador
  • Mobiliário
  • Software
  • Material de escritório
  • Presentes

5 – O Orçamento

Os primeiros quatro passos estão dados? Excelente. Agora chegou o momento de juntar tudo isto e verificar como deve proceder à distribuição do dinheiro, em que datas estima receber as receitas finais e quando precisa de pagar as suas despesas. Todos estes raciocínios irão permitir desenhar um fluxo de pagamento para que consiga gerir o seu negócio e estar sempre precavido acerca das necessidades financeiras de que está dependente.


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