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A estratégia tecnológica da Xeikon e dos seus toners

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A estratégia tecnológica da Xeikon e dos seus toners

Não há dúvida de que a tecnologia tem melhorado muitos aspetos das nossas vidas nas últimas décadas. Entre todas as áreas que têm melhorado, há uma que se destaca particularmente: a própria tecnologia.

Na arte da impressão, por exemplo, as melhorias alcançadas são significativas. Hoje o processo de impressão envolve muito mais do que colocar tinta no papel. Os materiais impressos nas máquinas podem ser aplicados de diferentes formas. Não está a ver como? É através de materiais impressos que marcas conseguem chamar a atenção do consumidor, por exemplo, através de rótulos ou do chamado correio publicitário.

De forma geral, isto significa que surgiu uma necessidade no mercado de se olharem para os diferentes materiais para se atribuírem qualidades a cada um. Na produção de etiquetas e embalagem assiste-se a um processo que procura melhorar o material de forma a ser resistente à luz e consiga conservar melhor os alimentos. A esta equação pode ainda ser acrescentado elementos de marcação – visíveis ou invisíveis – para proteger a marca ou melhorar o controlo dos processos.

Olhemos agora para os centros de impressão de documentos de todo o mundo. É normal que não tenha esta noção, sendo consumidor comum, mas a velocidade e a capacidade de impressão de dados variáveis é digno de nota.

A história da Xeikon e de como adaptou os seus toners

Cada segmento de mercado atende a diferentes necessidades. Foi por isso mesmo que a Xeikon – uma marca de impressão digital internacionalmente reconhecida – decidiu avaliar o seu plano estratégico e desenvolver soluções muito precisas para necessidades específicas. Uma vez que o toner começava por ser o elemento básico de todas estas soluções, a Xeikon percebeu que devia ser este pequeno detalhe o trabalhado para garantir a satisfação dos seus clientes.

É assim que, em 2006, a Xeikon se torna na primeira empresa a desenvolver um toner à base de resina de poliéster, com a particularidade ainda de contar com partículas que tinham a forma modificada.

   

Este avanço, mesmo que simples, permitiu estabelecer rapidamente um padrão de qualidade de imagem, rendimento e, no topo de tudo, uma responsabilidade social ao ponto de respeitar o meio ambiente. O toner – que conta com a denominação Form Adapted – gasta ainda muito menos tinta do que outros toners, para além de prolongar a vida do equipamento.

Nos anos que se seguiram a marca continuou a analisar os seus toners e a perceber como os podia melhorar, sempre com o intuito de prestar um melhor serviço aos seus clientes. Perante alterações no método de produção do toner – as partículas passaram a ter, por exemplo, uma estrutura tipo core shell – e mudanças técnicas, a Xeikon conseguiu desenvolver o toner quadruplo adaptado (QA).

Muito semelhante ao FA, o toner QA demarcava-se essencialmente por melhorar quatro aspetos muito importantes da impressão: o rendimento, a cor, a conservação dos alimentos e a ecologia.

E é assim que regressamos à ideia do início do post: encontrar soluções ajustadas às necessidades dos clientes. Para a Xeikon, isto passou então pela criação de dois toners que conseguem responder às necessidades de diferentes sectores. Enquanto o toner QA-I é o mais indicado para imprimir etiquetas e embalagens, o QA-P está mais voltado para a típica impressão de documentos. Em comum, os dois assumem uma melhor qualidade de impressão

 

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